De acordo com uma atualização na página de releases da Mozilla, o Firefox 5 será lançado no dia 21 de junho. As atualizações mais rápidas, sempre com versões estáticas, foram prometidas pela Fundação no início do ano. A Mozilla planeja lançar até a versão 7 em 2011. Nenhuma informação a respeito de novos recursos do navegador foram revelados.
O Firefox 4 foi lançado no dia 22 de março e alcançou o marco de 1 milhão de downloads em suas primeiras três horas de lançamento. O navegador bateu o recorde do Internet Explorer 9, que atingiu 2,4 milhões de downloads nas primeiras 24 horas.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Pra divertir um pouco, quedóquedóquedó...
Que dóóó!!! Num é de matar... a formiguinha!
O pranto do guri, quanta lágrima;
A frieza do "assasino da formiguinha"
O exemplo das novelas
O resumo da novela "Quatro por Quatro" para a semana de 25 de junho de 1995 tinha as seguintes cenas durante apenas os dias de segunda a quinta feira:
- Babalu deixa Raí pelado no corredor do hotel. (No começo da novela eles moravam juntos, brigaram e se separaram.)
- Raí recebe proposta para fazer filme pornô.
- Bruno transa com Tatí. (Isto é na segunda. Na sexta ela vai se casar com Raí.)
- Raí chama Babalu de vagabunda.
- Quando Du (personagem feminino) diz a Ralado que é virgem, ele diz que não quer nada com ela.
- Gustavo é vaiado no congresso de médicos porque outra médica apresenta sua tese. Ele bate em Bibi.
- Beth flagra Vinícius, (seu marido) com outra mulher.
- Danilo se recusa a transar com Du porque ela é virgem.
- Beth vai se divorciar de Vinícius.
- Du pede que Raí lhe tire a virgindade.
- Raí transa com Du. (Isto é na quinta. Sexta feira ele vai se casar com Tati.)
Uma novela assim, como dizia a propaganda da época, "só pode ser da Globo!" Cusat acreditar que o telespectador, assistindo tantas cenas de imoralidade e violência, noite após noite, não seja contaminado e influenciado.
É bom lembrar que este foi um resumo de uma novela de mais de dez anos atrás.
*Extraído da seção de Ilustrações do site www.biblia.org.br (Hermenêutica.com)
Testes com usb 3.0
Ouvimos falar da tecnologia USB 3.0 há algum tempo. As placas-mãe e notebooks mais novos já começam a vir com algumas portas seguindo esse padrão. Mas a grande maioria que está nas lojas ainda está na geração 2.0, fora todo o parque instalado. A grande diferença de uma para outra é a velocidade. Enquanto a especificada para o padrão 2.0 é de 480 Mbps, a 3.0 atinge velocidades até 10 vezes maiores: 4,8 Gbps.
Para que as máquinas antigas possam tirar proveito do novo conceito, a Comtac traz diversos periféricos. O mais importante deles é uma pequena placa com padrão PCI que acrescenta duas conexões USB 3.0 para desktops. É, literalmente, a porta de entrada para esse mundo.
Nela podem ser conectados outros acessórios que a Comtac traz para complementar a linha, como o case para discos externos que existem tanto no formato 2,5 polegadas para HDs, normalmente usados em notebooks, ou então um case onde o HD fica à mostra (meio anti-estético) para discos de desktops. Ambos precisam de uma alimentação extra que pode vir por meio de outra porta USB ou de uma fonte de energia externa.
Para verificar a real eficiência do 3.0, pusemos na bancada um desktop com a placa da Comtac e pen drives nos padrões 2.0 e 3.0. Usamos alguns arquivos grandes, onde as diferenças podem ser melhor percebidas. Em um pen drive 2.0 na porta 2.0, o tempo de transferência foi de 138 segundos. Já na tecnologia 3.0, a diferença foi de mais de cinco vezes, passando para 27,5 segundos. Está longe da teoria (10x), mas já é uma melhora significativa. Esses valores variam de acordo com o tamanho do arquivo de testes. Para arquivos menores, esse ganho tende a ser menor.
O custo para entrar no mundo 3.0 não é muito alto. A placa custa R$ 94,00. Já os cases para HD de notebook e desktop custam R$ 127,00 e R$ 165,00, respectivamente.
Para que as máquinas antigas possam tirar proveito do novo conceito, a Comtac traz diversos periféricos. O mais importante deles é uma pequena placa com padrão PCI que acrescenta duas conexões USB 3.0 para desktops. É, literalmente, a porta de entrada para esse mundo.
Nela podem ser conectados outros acessórios que a Comtac traz para complementar a linha, como o case para discos externos que existem tanto no formato 2,5 polegadas para HDs, normalmente usados em notebooks, ou então um case onde o HD fica à mostra (meio anti-estético) para discos de desktops. Ambos precisam de uma alimentação extra que pode vir por meio de outra porta USB ou de uma fonte de energia externa.
Para verificar a real eficiência do 3.0, pusemos na bancada um desktop com a placa da Comtac e pen drives nos padrões 2.0 e 3.0. Usamos alguns arquivos grandes, onde as diferenças podem ser melhor percebidas. Em um pen drive 2.0 na porta 2.0, o tempo de transferência foi de 138 segundos. Já na tecnologia 3.0, a diferença foi de mais de cinco vezes, passando para 27,5 segundos. Está longe da teoria (10x), mas já é uma melhora significativa. Esses valores variam de acordo com o tamanho do arquivo de testes. Para arquivos menores, esse ganho tende a ser menor.
O custo para entrar no mundo 3.0 não é muito alto. A placa custa R$ 94,00. Já os cases para HD de notebook e desktop custam R$ 127,00 e R$ 165,00, respectivamente.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Música Vou colher sorrindo - Pregador Luo
"Olha o problema no olho, cai pra dentro, encara!
Eu sei bem o que falo, eu sei bem o que digo, o mundão é cruel e não foi bom comigo.
Eu mato um leão por dia pra ficar vivo!"
De cá P.L. / DVD Árvore de bons frutos.
Eu sei bem o que falo, eu sei bem o que digo, o mundão é cruel e não foi bom comigo.
Eu mato um leão por dia pra ficar vivo!"
De cá P.L. / DVD Árvore de bons frutos.
Felipe completa 300 jogos nessa quarta-feira (27)
Jogador comemora 300 jogos pelo Vasco, lembra início difícil e não pensa em parar
Assim que pisar o gramado de São Januário nesta quarta-feira para enfrentar o Náutico, às 21h50, pela partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, um verdadeiro filme, iniciado em novembro de 1996, irá passar pela cabeça do meio-campo Felipe, que completará a marca de 300 jogos com a camisa do Vasco. Além de uma placa comemorativa, preparada pelo clube, o jogador irá atuar com o número 300 nas costas do uniforme "Camisas Negras".
"Fico muito feliz de atingir essa marca. No futebol ,hoje, realmente é muito difícil conseguir essa meta. Estou muito feliz e gostaria que esse meu jogo a equipe me desse de presente a classificação", disse Felipe.
Com páginas repletas de glórias e conquistas, a história do habilidoso meia guarda alguns capítulos especiais na lembrança do jogador. Com os olhos marejados, Felipe lembra das dificuldades no início de carreira, e dos tantos amigos que ficaram pelo caminho e não conseguiram a mesma sorte no mundo do futebol.
Continue lendo sobre Felipe e outras informações sobre o Vasco no portal UOL:
http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/04/26/felipe-comemora-300-jogos-pelo-vasco-lembra-inicio-dificil-e-nao-pensa-em-parar.jhtm
Assim que pisar o gramado de São Januário nesta quarta-feira para enfrentar o Náutico, às 21h50, pela partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, um verdadeiro filme, iniciado em novembro de 1996, irá passar pela cabeça do meio-campo Felipe, que completará a marca de 300 jogos com a camisa do Vasco. Além de uma placa comemorativa, preparada pelo clube, o jogador irá atuar com o número 300 nas costas do uniforme "Camisas Negras".
"Fico muito feliz de atingir essa marca. No futebol ,hoje, realmente é muito difícil conseguir essa meta. Estou muito feliz e gostaria que esse meu jogo a equipe me desse de presente a classificação", disse Felipe.
Com páginas repletas de glórias e conquistas, a história do habilidoso meia guarda alguns capítulos especiais na lembrança do jogador. Com os olhos marejados, Felipe lembra das dificuldades no início de carreira, e dos tantos amigos que ficaram pelo caminho e não conseguiram a mesma sorte no mundo do futebol.
Continue lendo sobre Felipe e outras informações sobre o Vasco no portal UOL:
http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/04/26/felipe-comemora-300-jogos-pelo-vasco-lembra-inicio-dificil-e-nao-pensa-em-parar.jhtm
terça-feira, 26 de abril de 2011
O que significa teclado QWERTY?
QWERTY é o layout de teclados atualmente mais utilizado em computadores e máquinas de escrever. O nome vem das primeiras 6 letras "QWERTY" (ver figura).
A disposição das teclas foi patenteada por Christopher Sholes em 1868 e vendido à Remington em 1873, quando foi visto pela primeira vez em máquinas de escrever. Nota: Qwerty Uiop, seqüência de letras da primeira fileira, às vezes é confundido com o inventor, mas isso não passa de um mito.
Nesse layout, os pares de letras utilizados com maior frequência na língua inglesa foram separados em metades opostas do teclado, numa tentativa de evitar o travamento do mecanismo das rudimentares máquinas de escrever do século XIX. Ao alternar o uso das teclas, o arranjo evitava o travamento de teclas nas antigas máquinas de escrever: enquanto uma mão acerta uma tecla, a outra localiza a tecla seguinte.
Outros padrões foram propostos, como o Dvorak, mas nunca atingiram a mesma popularidade do QWERTY.
O layout QWERTY é adotado com alterações em algumas línguas formando os teclados AZERTY e o QWERTZ, em que as letras Y e Z estão trocadas. Símbolos, diacríticos e caracteres acentuados estão em posições diferentes nas variações internacionais do QWERTY.
Curiosamente, a palavra "typewriter" (máquina de escrever, em no idioma inglês) pode ser escrita utilizando-se apenas as letras contidas na linha superior(de cima) do teclado (QWERTYUIOP).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A disposição das teclas foi patenteada por Christopher Sholes em 1868 e vendido à Remington em 1873, quando foi visto pela primeira vez em máquinas de escrever. Nota: Qwerty Uiop, seqüência de letras da primeira fileira, às vezes é confundido com o inventor, mas isso não passa de um mito.
Nesse layout, os pares de letras utilizados com maior frequência na língua inglesa foram separados em metades opostas do teclado, numa tentativa de evitar o travamento do mecanismo das rudimentares máquinas de escrever do século XIX. Ao alternar o uso das teclas, o arranjo evitava o travamento de teclas nas antigas máquinas de escrever: enquanto uma mão acerta uma tecla, a outra localiza a tecla seguinte.
Outros padrões foram propostos, como o Dvorak, mas nunca atingiram a mesma popularidade do QWERTY.
O layout QWERTY é adotado com alterações em algumas línguas formando os teclados AZERTY e o QWERTZ, em que as letras Y e Z estão trocadas. Símbolos, diacríticos e caracteres acentuados estão em posições diferentes nas variações internacionais do QWERTY.
Curiosamente, a palavra "typewriter" (máquina de escrever, em no idioma inglês) pode ser escrita utilizando-se apenas as letras contidas na linha superior(de cima) do teclado (QWERTYUIOP).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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